Fábio Júnior é um
Biografia
Primeiramente se você é um Emo Bixa Collorido, Fabio Júnior é pai do gay Fiuk.
O Fábio Júnior realizou diversos trabalhos na televisão, como o Balão Mágico, entre outras novelas das 19:00 horas na Tv Globo em que atuou como ator, mas que nem a sua mãe se lembra, por conta da apresentação desta programação enquanto ela prepara o jantar. Sempre fazendo papéis de pseudo-galã, homem misterioso (seja lá que porra é esta) e de almofadinha, com aquele topete patético e indefectível no seu cabelo lisinho com chapinha.
Fábio Júnior é um cantor paulista que cresceu ouvindo os piores melhores sucessos sertanjos da sua época lançados em 1900 e guaraná com rolha, e com este vasto repertório de músicas pedantes que acompanhou a sua infância enquanto vendia salgados na rodoviária aos imigrantes nordestinos que desembarcavam em São Paulo. Ele resolveu sair da pobreza ganhando a vida como cantor de músicas sertaneja, mas como ele não teve a sorte (ou não) de nascer como um típico goiano descendente de candagos, com cara de sofredor, teve sua carreira mantida por pouco tempo, uma vez que os frequentadores de botecos e bares de beira de estrada deixavam de apreciar às músicas de um cidadão com cara de mauricinho e voz da Angélica, na execução de arrastapé.
Passado alguns anos, vivendo como assistente de estilista em loja de locação de trajes para casamentos e formaturas, em que trabalhava como modelo vivo, foi descoberto pelo Gugu, que desejava um assistente de palco loirinho com cara de boneca para segurar seu microfone.
De tanto aparecer no palco, no exercício das suas funções operacionais, atualmente executadas pelo Liminha, ele foi convidado por uma grande gravadora, que tudo que precisava era de um rostinho que as mulheres considerassem bonito par estampar diversas capas de discos com músicas ruins e arranjo pobre, para estampar as musiquinhas de elevador brega que tanto fez sucesso nos anos 80, como ocorreu com os lixos cantados por; Biafra, José Augusto, Roupa Nova, Ivan Lins, entre outros bregas românticos que ganharam muito dinheiro com lixo cultural da época. Como ocorre atualmente como o funk, axé, pagode, etc...
Carreira
Adotou o pseudônimo de Fábio Júnior para não ser confundido com o ator Flávio Galvão e começou a apresentar, ao lado do cantor Sílvio Brito, o programa Hallelluyah!, na extinta TV Tupi. A televisão foi um meio fundamental para a carreira de Fábio. Gravou seu primeiro compacto como Fábio Júnior em 1975. No ano seguinte, participou de sua primeira telenovela, Despedida de Casado, que foi censurada. Sua estréia na tela se deu na novela Nina, mas uniu seus dois talentos em um Caso Especial chamado "Ciranda Cirandinha", na Rede Globo, que se tornou série. No episódio "Toma que o Filho é Teu" lançou a música "Pai", que inspirou a novela Pai Herói, em 1979. Até hoje, esta é sua canção mais emblemática.
Passado alguns anos, largou sua carreira de ator fracassado para se dedicar exclusivamente a carreira de cantor, que por sinal é muito bem sucedida, pois apesar da mediocridade das suas músicas, ainda consegue se manter rico ao cantar o mesmo repertório de dez, doze músicas por mais de vinte anos, lançando a cada ano um cd com as mesmas canções em quase todos os discos.
Outro talento nato deste artista famoso é o casamento. Segundo estatísticas do IBGE, de cada 100 mulheres brasileiras, Fábio Júnior se casou com 15. A grande maioria delas conseguem um papel na rede Globo. Com excessão de meia dúzia que conquistou fama, como a Glória Pires, que teve sua carreira imitada pela filha Cléo Pires (gostosa), as demais esposas do Júnior atuam como coadjuvantes do Zorra Total.
Prêmios
- Atoucha de Prata (1987) no festival chileno de Viña del Mar.
- Melhor pegador do seculo(2000~2012)
- Um verdadeiro homen(1965)
Grandes Sucessos
- Alma gêmea. - Música pedante e clichê, que reúne várias frases de párachoque, lona e parabrisas de caminhão sobre o amor, como casal que se completa como metades de um mesa laranja, alma gêmeas, carne&unha, enfim, aquelas porcariadas que o Paulo Coelho escreve, só que na versão musicada.
- Caça e Caçador. - Música cunhada para propagandas de desodorantes de R$1,99 da Avon, entre outras porcarias de catálogos.
- Em cada amanhecer. - Música totalmente de corno, só que ao invés de ser sertanejo é romântica. Descreve um palhaço em casa que sofre pela mulher que lhe abandonou, e certamente deve tá aindo com uns 800 caras diferentes no baixo meretrício, enquanto o mané continua chorando e lamentando saudades da sua ex...
- Quando gira o mundo. - Música que reúne frases daqueles slides chatos que entopem seu email (caixa de spam), com imagens de casal, santos, urinhos, enfim, toda aquela babaquisse e mentiras que você diz para a garota que conheceu recentemente para leva-la para a cama. Música executada com frequencia pelos serviços de tele-homenagens. Isso mesmo, aquela coisa brega e piegas de um carro multicolorido com frases de amor, muito utilizado pelos palhaços que gostam de fazer a su namorada de idiota, quando este troço ridículo estaciona na casa dela, soltando fogos e aquelas frases clichê com est música ridícula, incomodando os visinhos que querem assistir o Fantástico nesse horário.
- Pai. - Música melodramática que foi escrita para comercial de margarina, mas vetado por conta da tonalidade deprimente, contrastando com a família artificial dos comerciais televisivos. Faz muito sucesso em propagandas dos dias dos pais de shopping, slides de PowerPoint dramáticos com frases escrotas e notas fúnebres. Anualmente tocada na semana do dia dos pais nos programas do Faustão, Gugu, entre outras porcarias televisivas quando fazem homenagens, ou qundo promovem reencontro de parentes desaparecidos enquanto se abraçam.
- Pareço um menino. - Retrata um bocózão, certamente nerds, que viveu até os 40 anos com a mamãe (recebendo mesada, comida e roupa lavada), e aí procura uma mulher que assuma o papel da sua matriarca para cuidar das suas cuecas.
- Só você. - É a mesma descrição da música "Quando gira o mundo", só que tem frases diferentes. Neste caso, assemelha-se a poesia de namorado chicletão, que vive pegando no pé da primeira namorada, também preferida dos amantes com ciúmes + TOC, aqueles maníacos que esquartejam a mulher com a menor suspeita de que esta esteja pulando a cerca.
- Vinte e poucos anos. - Uma merda romântica que expõe a intimidade de um boiolinha que assume a homossexualidade após a recente conquista da maioridade. Podendo queimar o brioco sem impedimento dos pais que insistem em oferecer a prima para tentar livrar o filho da boiolagem irrecuperável. Além da rosca, essa música queimou também o filme dos Raimundos.
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